sábado, 18 de novembro de 2017

EVANGELHO "PAZ E AMOR"


biblia

A GLÓRIA É DELE

biblia

Pr. Cleber Montes Moreira

“Mas graças a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz triunfantemente...” (2 Coríntios 2:14 – NVT).

Segundo Moody, por causa do verbo usado neste texto (thriambeuo), a melhor tradução seria “nos conduz em triunfo”. Na NVT lemos: “nos conduz triunfalmente”. Considerando a construção da frase, logo percebemos que não somos nós mesmos quem nos conduzimos em triunfo, nem ao triunfo, mas somos conduzidos pelo Todo Poderoso, responsável por todas as coisas, sem o qual nada podemos, para o qual somos apenas instrumentos usados segundo Sua habilidade e para o seu propósito. Assim sendo, a glória alcançada não é nossa, mas daquele a quem servimos e por quem somos manuseados. Enfatizo: nós somos os instrumentos, e Ele o hábil artista e autor da obra.

É verdade que o Senhor nos honra, que Ele é galardoador dos que o buscam (Hebreus 11:6), mas é também verdade que muitos, sem traços de humildade, têm se apropriado da glória que não é sua e ostentado suas virtudes em lugar da dependência de Deus. Estes são como os religiosos hipócritas das narrativas dos evangelhos, que ostentavam espiritualidade e buscavam o louvor das pessoas, sobre os quais Jesus mesmo afirmou que “já receberam o seu galardão” (Mateus 6:2).

Deus é quem nos conduz triunfalmente, e a glória é toda Sua. Com verdadeira humildade em nossos corações, cumpre-nos agradecer a Ele e, como Paulo, declararmos: “Quanto a mim, que eu jamais me glorie em qualquer coisa, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” (Gálatas 6:14 – NVT). À Ele, portanto, seja toda glória, hoje e sempre! Amém.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

EM NOME DO AMOR

amor


Pr. Cleber Montes Moreira


“Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, a fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure.” (João 12:40)


Lídia procurava uma comunidade em que pudesse exercer sua fé cristã, ser aceita e se sentir bem. Passando pelo face de uma amiga, encontrou um convite para um culto de família. Ao ler a legenda, logo se identificou com o perfil daquela igreja e propôs em seu coração fazer uma visita. Depois de conversarem, Nathália aceitou acompanhá-la.

No dia especial chegaram uns minutos antes, e foram recebidas calorosamente por uma equipe devidamente treinada. Sorrisos contagiantes, abraços, demonstrações de carinho… um ambiente perfeito e de acolhimento. Em pouco tempo passaram a se considerar parte daquela família. 

Preconceito era palavra proibida, o lema daquela igreja era “inclusão”. Ali eram admitidas todas as formas de amor. Aliás, o amor era a única doutrina que se exigia dos fiéis – “Amar a todos, sem distinção, como Cristo amou!” –. Para o ‘casal’, um lugar de refúgio. As pastoras, assumidas e casadas, traziam sempre mensagens relevantes para o público, abordando temas como: Fidelidade conjugal; adoção e criação de filhos; violência contra mulheres, negros e outras minorias; igualdade de gênero etc. Congressos e retiros espirituais eram promovidos, e a evangelização era ensinada como meio de cumprir a missão. Durante as celebrações da Ceia os ‘diferentes’ eram sempre bem vindos à mesa do Senhor. A obra social jamais era esquecida.

Inesquecível foi o dia em que Lídia e Nathália puderam celebrar sua união conjugal. Mesmo sem a presença de vários familiares, mas diante de centenas de irmãos tão acolhedores, elas selaram seu amor e rogaram as bênçãos de Deus para o seu casamento. A celebrante, pastora Bruna, pregou um poderoso sermão sobre “Os Deveres Matrimoniais”, enquanto Larissa, esposa de Bruna, entoou uma linda canção. O momento alto da celebração foi quando, após o “sim” e troca das alianças, a noiva beijou a noiva.

Que desgraça é a “Compaixão e Graça” desprovida da Verdade, que barateia o evangelho, supervaloriza as obras e aniquila a cruz em nome de um falso amor. A Teologia Inclusiva, que como praga se alastra, relativiza a Palavra de Deus, desconstrói o conceito bíblico de pecado e eleva o “amor” à condição de doutrina única como quesito para a entrada no Reino, desprezando o arrependimento e a conversão. Por ela ninguém precisa “nascer de novo”, pois todos podem se apresentar diante de Deus como estão: nada lhes é exigido, apenas que amem e aceitem as pessoas. 

O caminho da perdição está sempre sendo alargado… Os operários do engano, fiéis ao patrão, não descansam.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

CULTO NEON

neon


Pr. Cleber Montes Moreira


“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade...” (2 Timóteo 4:3,4).


O culto começou e os fiéis já estavam eufóricos. A banda tocou algumas músicas, e a iluminação de neon deu o tom na reunião. A noite seria tremenda! Entre uma música e outra, palavras de conforto, de encorajamento, promessas e bênçãos. A última canção foi um clamor emocionante por “restituição”, e frases como “Quero de volta o que é meu!”, “Toma posse da vitória!”, “Toma posse da bênção!”, “Eu profetizo!”, “Eu determino!” (...) soaram como renovo de esperança. O pregador, cheio de unção, profetizou curas, conquistas e vitórias. Pessoas em lágrimas foram à frente atendendo ao apelo do jovem pastor, na certeza de que – pela fé – todos os decretos e determinações proferidas já eram cumpridas em suas vidas. Após a reunião, ao som de louvores dançantes, o “exército de vencedores” celebrou a vitória em o nome de Jesus.

Este é o tempo em que se cumpre a palavra dita por Paulo a Timóteo: “desviarão os ouvidos da verdade.” O evangelho cômodo, desprovido da necessidade de arrependimento e conversão, tem produzido uma geração de “crentes incrédulos”, imediatistas, hedonistas, egoístas, que tem constituído para si mestres segundo seus desejos carnais e promovido um culto antropocêntrico. Para estes a Palavra é apenas um detalhe, ou pretexto, pois o que vale é o discurso que lhes afaga os ouvidos. Autoajuda, confissão positiva, teologias para atender às demandas humanas somadas ao entretenimento formam a mistura perfeita que oportunizam este falso evangelho que encanta falsos crentes.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

“EU ERREI”



Pr. Cleber Montes Moreira


“Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista...” (Salmos 51:4)


Concordo com Jonathan Swift, quando disse: “Um homem nunca deveria ter vergonha de confessar que errou, pois na verdade é como dizer, por outras palavras, que hoje ele é mais sábio do que foi ontem.” Sim, é verdade que podemos aprender com nossos erros, mas também é verdade que há uma indisposição enorme em reconhecê-los, e mais ainda em admiti-los diante das pessoas e do próprio Deus. Dizer “eu errei” é um golpe para o ego, e a maioria não quer sofrê-lo, preferindo negligenciar a culpa, sofrer os prejuízos, e padecer internamente pelo que cometeu.

Davi pecou. Como um abismo chama outro abismo, não parou no adultério, mas praticou uma sucessão de outros erros na tentativa de ocultar o primeiro. O rei lidou com o erro em seu coração, como se ele não existisse, até que por meio do profeta Natã o Senhor o repreendeu (2 Samuel 12). Só depois disso é que ele, então, confessou: “Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista…” (Salmos 51:3,4). Também foi capaz de reconhecer a fraqueza da carne, ao dizer: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmos 51:5). Somente depois disso é que pôde fazer, com o coração quebrantado, sua oração de arrependimento sincero. 

O filho pródigo, somente depois de experimentar a miséria é que pôde, em sofrimento, tomar uma atitude digna, capaz de mudar sua condição: “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti” (Lucas 15:18).

Para os sábios, admitir os erros não é fraqueza, é virtude. Só quem é capaz de fazê-lo pode alcançar o perdão e ficar em paz com a própria consciência. Dizer “eu errei” certamente ferirá seu orgulho, mas é o único meio de voltar ao caminho certo. Sem confissão e arrependimento não há salvação.

Você é capaz de dizer “Eu errei”? Já o declarou alguma vez? Necessita fazê-lo agora? Ocultar um erro produz um peso imenso de sofrimento, mas confessá-lo alivia a alma e abre caminho para o novo.  Pense nisso!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

SANTIDADE PARA ESTAR DIANTE DE DEUS



Pr. Cleber Montes Moreira

“Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.” (Hebreus 10:22)

Ao contrário do que ocorria no Velho Testamento, neste tempo inaugurado com o advento do Messias, todos os salvos têm o privilégio de comparecer diante de Deus pelo novo e vivo Caminho que é Cristo, sem a intermediação de qualquer outra pessoa. Entretanto, isso não significa que possamos fazê-lo de forma não apropriada: Deus é santo, e Ele exige de nós santidade. 

Ninguém pode apresentar-se diante do Eterno sem estar trajado devidamente. Jesus exemplificou isso ao contar a parábola de um rei que preparou uma grande festa de casamento para o seu filho, e enviou seus servos aos que tinham sido convidados para o banquete, dizendo-lhes que viessem. Estes recusaram. Então mandou aos servos que fossem para as ruas e convidassem a todos que encontrassem. Aqueles que atenderam ao convite receberam trajes próprios para aquela celebração. Porém, quando todos os convivas já haviam chegado, “o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias. E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes” (Mateus 22:11-13).

O texto em epígrafe descreve com muita clareza o modo e a condição requerida daqueles que se apresentam perante o Senhor:

Cheguemo-nos com verdadeiro coração
Em inteira certeza de fé
Tendo os corações purificados da má consciência
E o corpo lavado com água limpa

Estas frases denotam santidade como ‘conditio sine qua non’ para aqueles que se aproximam de Deus. O escritor bíblico, mais adiante, confirmará esta exigência ao exortar seus leitores a buscarem “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

A partir da compreensão de que os salvos devem viver à vista de Deus, a busca pela santificação deve ser constante, considerando ser ela um processo com um alvo a ser atingido, tendo seu ápice na eternidade. É oportuno lembrar que ninguém, por si só, conseguirá conservar-se puro e percorrer o caminho da santificação, a menos que dependa de Deus – É Ele quem nos dá as vestes adequadas, e não nós quem as compramos.

As ideias apresentadas no texto descrevem a integralidade da vida cristã. O salvo deve viver em ‘inteireza’, pois que está diante daquele que tudo conhece, para quem não há segredo algum, nenhum pecado, nenhuma mancha que não possa ver. A hipocrisia não subsiste perante a onisciência divina. DEUS É SANTO, e nós também devemos ser!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

AMOR INCLUSIVO



Pr. Cleber Montes Moreira


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”; “Vai-te, e não peques mais.” (João 3:16; 8:11)


“Deus abençoa toda forma de amor”, foi o que disse uma pessoa que é apresentada como pastor, mesmo sem ter passado por um concílio e ter sido consagrada ao ministério pastoral. O “amor” está cada vez mais em moda. Um outro pastor, “inclusivo”, publicou em seu perfil no face: “Onde estiver o amor, ali estarei eu”. A base bíblica para isso é “Deus é amor” ‒ como sempre, o texto é pretexto ‒. Mas, pergunto: o “amor” do ponto de vista comum das pessoas se coaduna com o amor de Deus? O amor que ama o pecador mas não lhe avisa do perigo é amor? O amor que convida para a igreja, mas não versa sobre arrependimento é amor? O amor que alardeia a inclusão no reino, como se alguém pudesse entrar para ele por uma janela arrombada, sem, todavia, vestir os trajes de santidade é amor (Mateus 22:12)? O amor que convida “venha como está”, mas não ensina a Palavra que desencadeia a transformação, o novo nascimento, é amor? O amor que considera o evangelho não como o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, mas o reimagina a partir da cultura, das lutas, do sofrimento, da vontade de um povo e o adapta para que se torne aceitável não é amor. O amor que entende a exigência da santidade como “legalismo” dos intolerantes e inculca nas mentes uma concepção de vida cristã dissociada dos valores bíblicos não é amor.

Amor é perdoar a adúltera e dizer “vai-te e não peques mais”. É curar um paralítico e adverti-lo dizendo: não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior” (João 5:14). Amor é entrar em casa de um  homem pecador, anunciar-lhe as boas novas de perdão e depois concluir que “hoje veio salvação a esta casa” (Lucas 19:9). Amor é chorar pela Jerusalém que apedreja e mata os profetas, aqueles mesmos que denunciavam o adultério espiritual do povo, e lamentar que seus moradores não deram ouvidos à Palavra e por isso serão julgados.

Praticar o amor é dizer a verdade, sem adorná-la, sem diminuí-la, sem torná-la em outra coisa, sem dizer que ela é o que não é, mas apresentá-la como está nas Sagradas Escrituras, ainda que isso não seja politicamente correto em nossos dias. Amor é ensinar o povo a deitar fora os seus falsos deuses, a abandonar seus pecados, a buscar a face de Deus, a se humilhar, a orar, e a se desviar de seus maus caminhos (2 Crônicas 7:14). O oposto disso jamais será amor, mas artimanha maligna para enganar pessoas, enredá-las e levá-las pelo caminho da perdição. Amor não é tornar a vereda cristã numa estrada larga e asfaltada, adorná-la à vista das pessoas, mas ensinar que “larga é a porta que conduz à perdição, e apartado o caminho que conduz à vida” (Mateus 7:13). O verdadeiro amor, praticado e ensinado por Jesus, visa não a adesão das pessoas à uma instituição religiosa, mas a conversão, a salvação e a inclusão no reino de Deus, reino de vida, reino de valores eternos, reino odiado pelo mundo. O amor chama do pecado, das trevas para a maravilhosa luz  (1 Pedro 2:9) e ensina que luz e trevas não se comunicam, que não há harmonia entre Cristo e Belial, que não há acordo entre o santo e o profano, que o salvo não imita a conduta dos ímpios, nem pratica a idolatria, pois é santuário de Deus ( Leia 2 Coríntios 6:14-18; Salmos 1).

Ah, o amor… “O amor é inclusivo”, dizem. Sim, e por isso o verdadeiro amor caminha lado a lado com a verdade. O amor convida ao arrependimento, e a Verdade liberta (João 8:32, 36). Sim, liberta de todo pecado, de tudo que é abominável, das paixões ilícitas, das práticas e comportamentos sexuais abomináveis, de tudo o que é falso e enganoso. Qualquer amor que não comunica esta mensagem é qualquer coisa, menos amor; e qualquer verdade que não liberta é qualquer coisa, menos Verdade. 

A função precípua do amor não é enganar, mas salvar e transformar. Por isso só o verdadeiro amor ‒ amor de Deus que nos constrange a amar como Ele amou ‒ é inclusivo. 

Porque Deus amou e Jesus morreu para salvar o que crê, e crer é conversão! Se fosse para a pessoa continuar no pecado, não teria sentido o Filho de Deus pagar tão alto preço. Pense nisso!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

NÃO OLHE PARA TRÁS


Pr. Cleber Montes Moreira

“Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças.” (Gênesis 19:17)


A ordem dada a Ló e sua família, antes da destruição das duas cidades impenitentes, foi para escapar e não olhar para trás (Gênesis19:17). Entretanto, o texto bíblico diz que “a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal” (Gênesis 19:26). Este foi o terrível juízo de Deus sobre ela, por causa de sua desobediência. Sodoma e Gomorra eram cidades cheias de pecado, e olhar para trás era olhar para aquilo que despertava a ira divina. O mundo também está destinado à destruição, e quem olha para ele com simpatia é desaprovado.  

“Você sabe que está no caminho certo quando perde o interesse de olhar pra trás.” Não sei quem escreveu esta frase, mas em termos espirituais, ela faz todo sentido. Viver a vida cristã é não olhar para trás, é não ter saudades do passado sem Cristo, é não estar preso a algo velho, é não estar envolvido com algum pecado, é não querer ser mais como antes. Paulo disse: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17); e ainda: “E vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (Colossenses 3:10). Jesus ensinou que “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

A vida cristã pode ser comparada a uma corrida. Certa ocasião um atleta foi ultrapassado pouco antes da linha de chagada, simplesmente porque olhou para trás; a vitória quase certa virou derrota e motivo de chacotas. Paulo sabia que deveria olhar para frente e prosseguir para o alvo.  Ele disse: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13, 14). Portanto, não se embarace com nada deste mundo, sejam riquezas, paixões ilícitas, vícios, licenciosidade, invejas ou qualquer outra coisa pecaminosa. Não ame o mundo, nem o que nele há (1 João 2:15). Para escapar e salvar a sua vida, não olhe para trás, olhe para frente, para Cristo, autor e consumador da fé (Hebreus 12:2).